A cabeça do empreendedor

a cabeça do empreendedor

Nesta semana foi lançado o livro “A cabeça do empreendedor”, no qual eu participei fazendo o projeto gráfico.

Neste projeto eu tratei imagens, fiz estudos tipográficos, elaborei os diagramas, cuidei de parte da produção gráfica, corrigi várias vezes o texto e claro, ajudei o professor Anacleto a emplacar o seu projeto.

Esta é uma das ilustrações tratadas. Todas elas foram produzidas com aquarela e colagens.

No estudo tipográfico defini um tipo para o texto normal do livro e um outro para os textos de destaque.

O livro fala sobre empreendedorismo e também um pouco sobre a história do empresário Acari Menestrina (dono da Cedrense) o qual também foi premiado com o prêmio “Personalidade de Vendas de 2008 ADVB”.

Parabéns ao Sr. Acari, prof. Anacleto Ortigara, Mariana Grappegia e Lígia Fascioni.

lançamento do livro \"A cabeça do empreendedor\"

Data: 30 | mai | 08
Categoria: design, gráfico, ilustração, negócios
2 comentários até agora. Clique aqui para comentar.




10 dicas para gerenciar um ambiente criativo

São muitos os desafios para se gerenciar um ambiente criativo. Muitos egos, talentos, vontades, problemas, idéias etc para serem orquestrados em prol de um grande trabalho.

Mas o que o Bryan Mason e a Sarah B. Nelson da Adaptive Path fizeram na empresa deles deve ajudar. Eles encontraram informações muito interessantes em um restaurante, um espetáculo da Broadway, em uma orquestra e em vários outros lugares. Se você tiver 1 hora disponível, ou o seu estúdio está uma bagunça, vale a pena ouví-los.

Data: 13 | mai | 08
Categoria: design, negócios
2 comentários até agora. Clique aqui para comentar.




Crowdsourcing do design

http://photos5.flickr.com/5307333_66819add94_o.jpg

Crowdsorcing é um neologismo criado para designar uma tarefa que será desenvolvida por várias pessoas, por exemplo: uma loja de roupas precisa de um logotipo. Ao invés de contratar 1 único designer, o cliente fixa um preço a ser pago pelo trabalho e lança o desafio para vários profissionais. Aquele que for eleito o melhor, recebe.

E é exatamente isso que a 99 designs está fazendo. Independentemente da opinião de cada um sobre esta iniciativa, vale a pena analisá-la:

  1. O designer que não vencer o concurso, desperdiçou trabalho. Mas se não venceu quer dizer que poderia ter se dedicado um pouco mais em algum aspecto, seja em entender o briefing ou em caprichar mais no acabamento de sua proposta.
  2. Para os clientes, isso significa design por um valor acessível.
  3. Como o site é mundial, os designers terão um grande desafio pela frente: entender o comportamento de vários tipos de consumidores em diversos países.
  4. Quanto mais o cliente oferece, mais opções ele tem para escolher.
  5. Têm alguns trabalhos bons, mas a maioria possui uma estética duvidosa e não acredito que sejam coerentes.

Mas se a moda pega, quais as conseqüências?

  1. Designers ruins não vão ganhar concurso algum e vão desistir da profissão.
  2. Os valores pagos são baixos, isso significa que o designer terá menos tempo para se dedicar ao trabalho (sendo que o item número 3 na lista acima não ajuda).

Será este o caminho?

Data: 5 | mai | 08
Categoria: design, negócios, tendências
Sem comentários. Clique aqui para comentar.