
O protocolo de Kyoto é um tratado internacional para a redução da emissão da quantidade de gases poluentes. O qual não foi ratificado pelos Estados Unidos da América e nenhuma multa lhes foi aplicada. Mas os problemas do presidente norte-americano estão com os dias contados, graças a um milionário sueco-britânico e ao governo brasileiro.
Johan Eliasch, nascido em Estocolmo e radicado em Londres, é o proprietário da empresa de materiais esportivos Head e vive desde 2002 com a socialite brasileira Ana Paula Junqueira. A qual, segundo o futuro marido, é muito preocupada com o meio ambiente. O relacionamento amoroso também proporcionou ao empresário importantes amizades com o jogador Ronaldo, Luciano Huck, João Paulo Diniz, Pedro Paulo Diniz, o governador de Minas Gerais Aécio Neves entre outros.
Mas uma amizade especial com o ex-senador Gilberto Miranda (PFL-AM) e o governador do Amazonas Eduardo Braga (PMDB-AM) é que proporcionou condições para que a mais nova empreitada do também vice-tesoureiro do Partido Conservador britânico tivesse êxito. Eliasch comprou um território de 160 mil hectares no Amazonas, o equivalente à Grande Londres, com dois objetivos. O primeiro é de preservar a floresta tropical e a segunda é de vender créditos de carbono para que as nações possam manter ou aumentar os nÃveis de poluição do planeta.
O negócio ainda está sob a investigação do Incra. Contudo, como já é do conhecimento de todos, a influência e o dinheiro pode legitimar muitos negócios aqui no Brasil, inclusive o loteamento de uma das três maiores florestas tropicais do planeta. Enganaram-se aqueles que consideraram a floresta amazônica como território internacional, mas também erraram aqueles que o proclamaram como território brasileiro. Hoje, graças à prostituição de grande parte dos polÃticos brasileiros, Johan Eliasch é sócio majoritário da Amazônia S.A.

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24, abril, 2006 às 15:51
Por conta de negócios como esse é que fizeram uma adaptação ao Hino à Bandeira que se tornou Hino à bandalheira. Manteve-se a música, já a letra…
Está caindo o pendão da esperança,
Do velhinho e do augusto rapaz!
A ignóbil presença à lembrança
A torpeza dos crápulas nos traz.
Percebe-se o ferro que enterra
Em nosso peito juvenil,
Ferido o sÃmbolo da terra,
Mamada terra do Brasil!
Em seu meio afrontoso que trata
É um céu de purÃssimo azul.
É bem duro agüentar as mamatas,
Praticadas do Norte ao Sul.
Percebe-se o ferro que enterra, etc.
Contemplando o esforço malgrado,
Não podemos isso entender;
E o Brasil, por seus filhos danados,
Pesaroso infeliz a descer.
Percebe-se o ferro que enterra, etc.
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre a tal bandalheira:
Mensalão, caixa dois… o que for.
Percebe-se o ferro que enterra, etc.
……
Por motivos alheios à minha vontade e de milhões de blogueiros espalhados mundo afora não é possÃvel acessar o painel de controle do servidor blogspot.com. Até que o problema seja resolvido, fico sem atualizar meu espaço. Não me abandone, em breve tudo volta ao normal (espero)
24, abril, 2006 às 23:06
Oi, Bruno!
Falando em Amazônia, por anda anda o ‘tio’ Gilberto Miranda? E o Egberto? Eles mandam um bocado nas terras Manaueiras
Um grande bj