
É impossÃvel negar o sucesso de livros de auto-ajuda nos dias de hoje. Basta ir à uma livraria e procurar a seção dos mais vendidos, certamente encontrará tÃtulos como: Pai Rico Pai Pobre, Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, Por que os Homens Fazem Sexo e as Mulheres Fazem Amor? etc. Mas porque este tipo de literatura arrebata tantos leitores?
Observa-se que hoje em dia são poucas as pessoas que freqüentam as igrejas, que estão engajadas em algum movimento social e/ou polÃtico e são raras as pessoas que arregaçam as mangas e lutam por um ideal. A grande maioria tem a sua própria fé, estão engajados em sua própria investida em busca do sucesso e batalham para serem felizes. Vive-se em um vazio sem grandes valores e paixões.
É um mundo onde os valores hereditários, sacros e estatais são considerados dogmas e são ignorados por esta sociedade ultraliberal. São pessoas exÃmias na arte de criticar – estas que são, normalmente, clichês divulgados pela mÃdia de massa – , no entanto, pouco fazem.
Obviamente não prego a imposição de qualquer ideologia e valores, mas desejo profundamente àqueles que correm o mundo atrás do próximo trago ou da próxima transa, que aprendam a usar a bússola da vida e encontrem o seu norte.

It is impossible to deny the success of well being books. Looking at shelves of any bookstore, you’ll find titles like: Love Smart. But why this kind of books have reached such success?
Nowadays not many people go to the church, a few of them are into some social/political movement and rare are the people who fight for any cause. The great majority has its own faith, are into their own cause for success and are battleling to be happy. It’s an empty life with no great values and passions.
It is a world where the values from parents, religion and the state are considered dogmas and are ignored by this ultra liberal society. They are mostly people really good at criticizing but doesn’t actually do anything.
Obviously I am not preaching any ideal or value, but I deeply wish that those who run around the world looking for the next sip or the next sex, that they find the north in their lives.

31, janeiro, 2006 às 14:10
Oi, Bru! Holidays are over now! Less time…
Pai Rico… até que é legal, mas não gosto de livros de auto ajuda… nunca gostei, quem sabe passe a gostar… Também não sou ultraliberal, mas tenho uma boa bússola. Vc disse tudo, o problema é a bússola, se ela não for boa, nenhuma direção será a certa.
Cuide-se! Bjsss
31, janeiro, 2006 às 17:06
Bruno gosto de livrois de auto ajuda mas esses nos ajudam a nos transformar em pessoas melhores. Esses que só se preocupam a a parte monetária, não me interessa. Acho que transformam as pessoas em máquinas de fazer dinheiro, e isso não quero.
Gostei de saber que vc é romântico. É bonito um homem assumir essa faceta. A maioria foge.
Bjos.
1, fevereiro, 2006 às 20:22
Absurdamente fod@ seu artigo (aliás, assino há tempos seu feed e sempre tenho leituras agradáveis, parabéns).
Os hábitos, costumes, detalhes e minimalismos estão simplesmente sendo atropelados pela mesmice da própria adoração.
As pessoas fazem a permuta da reflexão e auto-conhecimento por um pacotinho de idéias impresso com facilidade extrema.
Salvem as árvores, pensem mais.