
Tenho como um prazeroso dever, escrever diariamente para o blog. Mas tenho além deste prazer - talvez o maior dos meus prazeres – o prazer de amar.
Em muitos momentos nestas aproximadas duas décadas de vida, encontrei-me face a face com um conflito natural de época capitalista. Pensava se era amado tanto o quanto amava.
Foi uma extensa e árdua lição aprender que em uma relação amorosa, o lucro não é individual e sim coletivo.

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