
Finais de tarde são deslumbrantes.
O sol se põe na cidade,
O mar é um lençol de brilhantes.
Ah liberdade!
Não é quente,
Não é frio.
É surpreendente,
Foi-se o vazio.
A luz do sol tinge o céu,
Já não é mais azul.
Tem cor de mel.
Reserva o meu lugar,
Abraça-me e eu serei,
Aquele que sempre vai te amar.



adicionar ao del.icio.us

18, novembro, 2005 às 2:33
muito bem bruninho keidi…
agora dá pra tia a folha do seu poema.
agora vamos escutar seu colega juquinha…
batatinha quando nasce…